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João PessoaPB · TJPB · atualizado em 11 de setembro de 2026

Defesa em ação penal em João Pessoa: prazos e direitos do acusado

Em João Pessoa, o advogado precisa dominar o procedimento de resposta à acusação em processo criminal. A base legal está nos arts. 396, 397, 398, 399, 400 e 402 do Código de Processo Penal, e o processo corre perante o TJPB. Pesam na análise o prazo para resposta e a resposta pode ser escrita ou verbal (em audiência). Um erro que derruba o pedido é deixar ultrapassar 10 dias úteis.

O que a lei diz sobre defesa em ação penal?

Art. 396 do Código de Processo Penal

Nos procedimentos ordinário e sumário, oferecida a denúncia ou queixa, o juiz, se não a rejeitar liminarmente, recebê-la-á e ordenará a citação do acusado para responder à acusação, por escrito, no prazo de 10 (dez) dias. Parágrafo único. No caso de citação por edital, o prazo para a defesa começará a fluir a partir do comparecimento pessoal do acusado ou do defensor constituído. Ler o Art. 396 do Código de Processo Penal na íntegra.

Art. 397 do Código de Processo Penal

Após o cumprimento do disposto no art. 396-A, e parágrafos, deste Código, o juiz deverá absolver sumariamente o acusado quando verificar:. I - a existência manifesta de causa excludente da ilicitude do fato. II - a existência manifesta de causa excludente da culpabilidade do agente, salvo inimputabilidade. III - que o fato narrado evidentemente não constitui crime; ou. IV - extinta a punibilidade do agente. Ler o Art. 397 do Código de Processo Penal na íntegra.

Art. 398 do Código de Processo Penal

. Ler o Art. 398 do Código de Processo Penal na íntegra.

Art. 399 do Código de Processo Penal

Recebida a denúncia ou queixa, o juiz designará dia e hora para a audiência, ordenando a intimação do acusado, de seu defensor, do Ministério Público e, se for o caso, do querelante e do assistente. § 1o O acusado preso será requisitado para comparecer ao interrogatório, devendo o poder público providenciar sua apresentação. § 2o O juiz que presidiu a instrução deverá proferir a sentença. Ler o Art. 399 do Código de Processo Penal na íntegra.

Art. 400 do Código de Processo Penal

Na audiência de instrução e julgamento, a ser realizada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, proceder-se-á à tomada de declarações do ofendido, à inquirição das testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa, nesta ordem, ressalvado o disposto no art. 222 deste Código, bem como aos esclarecimentos dos peritos, às acareações e ao reconhecimento de pessoas e coisas, interrogando-se, em seguida, o acusado. § 1o As provas serão produzidas numa só audiência, podendo o juiz indeferir as consideradas irrelevantes, impertinentes ou protelatórias. § 2o Os esclarecimentos dos peritos dependerão de prévio requerimento das partes. Ler o Art. 400 do Código de Processo Penal na íntegra.

Art. 402 do Código de Processo Penal

Produzidas as provas, ao final da audiência, o Ministério Público, o querelante e o assistente e, a seguir, o acusado poderão requerer diligências cuja necessidade se origine de circunstâncias ou fatos apurados na instrução. Ler o Art. 402 do Código de Processo Penal na íntegra.

Como o caso tramita em João Pessoa?

Em João Pessoa, o caso tramita perante o TJPB, Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo sistema de processo eletrônico do TJPB. Quando a matéria é trabalhista, a competência recursal é do TRT13; quando é federal, do TRF5.

  • Prazo para resposta: 10 dias úteis da intimação (ou citação, se primeiro ato)
  • Resposta pode ser escrita ou verbal (em audiência)
  • Defesa deve questionar acusação, apontar vícios processuais, oferecer teses
  • Possibilidade de oferecer provas: perícias, testemunhas, documentos
  • Falta de resposta: perde direito de alegação e vai direto a julgamento

A consulta de andamento em João Pessoa está reunida em consulta processual em João Pessoa, e a página do TJPB concentra os canais do tribunal. A pauta trabalhista em João Pessoa sai pelo TRT13.

O que os tribunais superiores já firmaram?

Os enunciados abaixo citam os mesmos artigos e valem para o processo que corre em João Pessoa.

  • Tese firmada no STJ. A inversão da ordem prevista no art. 400 do CPP, que trata do interrogatório e da oitiva de testemunhas de acusação e de defesa, não configura nulidade quando o ato for realizado por carta precatória, cuja expedição não
  • Tese firmada no STJ. O interrogatório do réu é o último ato da instrução criminal. A inversão da ordem prevista no art. 400 do CPP tangencia somente à oitiva das testemunhas e não ao interrogatório. O eventual reconhecimento da nulidade se s

Quais erros derrubam o pedido?

  • Deixar ultrapassar 10 dias úteis
  • Oferecer defesa genérica sem analisar acusação ponto a ponto
  • Não requerer produção de prova na resposta

O advogado confere cada um desses pontos nos autos antes de protocolar em João Pessoa.

Onde continuar a pesquisa em João Pessoa?

O painel de guias práticas em João Pessoa reúne os demais temas em guias práticas em João Pessoa, e o perfil da cidade está em advocacia em João Pessoa. A leitura automática das peças do processo fica na integração com o pje.

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Em resumo

  • Em João Pessoa, a base legal está nos arts. 396, 397, 398, 399, 400 e 402 do Código de Processo Penal.
  • O processo corre perante o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), pelo sistema de processo eletrônico do TJPB.
  • O que decide o resultado é o prazo para resposta.

Perguntas frequentes

Qual é a base legal desse pedido em João Pessoa?
Em João Pessoa, a base está nos arts. 396, 397, 398, 399, 400 e 402 do Código de Processo Penal. O pedido é analisado pelo TJPB e segue o rito previsto nesses artigos. Os pontos citados na lei precisam aparecer na petição, sob pena de emenda. A leitura dos autos em João Pessoa fica mais rápida com a extensão do JusParse.
Onde o processo tramita em João Pessoa?
Em João Pessoa, a competência é do TJPB, Tribunal de Justiça da Paraíba. Na matéria trabalhista o recurso sobe ao TRT13 e, na federal, ao TRF5. O andamento é consultado pelo sistema de processo eletrônico do TJPB, no portal do TJPB. A página de consulta processual em João Pessoa reúne os endereços oficiais do tribunal. O acompanhamento de prazos usa os mesmos autos do processo.
O que não pode faltar no pedido?
Em João Pessoa, não pode faltar o prazo para resposta. Também entra a resposta pode ser escrita ou verbal (em audiência). Também entra a defesa deve questionar acusação, apontar vícios processuais, oferecer teses. Também entra a possibilidade de oferecer provas. Tudo isso precisa estar demonstrado por documento juntado aos autos. O advogado confere esses pontos nos autos antes de protocolar em João Pessoa.
Quais erros mais derrubam o pedido em João Pessoa?
Em João Pessoa, um erro que derruba o pedido é deixar ultrapassar 10 dias úteis. Outro erro é oferecer defesa genérica sem analisar acusação ponto a ponto. Outro erro é não requerer produção de prova na resposta. O advogado confere cada um deles antes de protocolar. Conferir os autos antes de protocolar evita a perda de prazo em João Pessoa.

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